Para aqueles que levarei pra eternidade.

Eu poderia estar aos cacos, sem nada a oferecer, com o cabelo bagunçado a a roupa cheirando a cigarro. Eu poderia ter chorado tanto que me faltassem lágrimas e me faltasse fôlego, me faltasse força, me faltasse ânimo. Mas ainda assim não me faltariam vocês. Porque não importa o quanto eu seja inoportuna, irritante ou desnecessária, vocês nunca me deixam cair. Porque nós nunca deixamos nenhum homem pra trás. Poucos podem dizer isso.

Então no meio de todo meu caos, todo meu desespero, eu encontrei abrigo, longe da tormenta e de tudo que tanto me machuca. E eu pude me sentir a salvo. E eu não tenho ainda palavras pra descrever o quanto isso foi importante pra que eu dormisse e acordasse e juntasse minhas forças pra me levantar pela manhã. Queria poder retribuir de alguma forma a importância que tiveram no momento em que tudo pareceu desabar. Ainda que julgassem os motivos bobos, ainda que não soubessem o que fazer, não deixaram de me ouvir chorar, não me negaram ombro, vinho, comida. Vocês não me negaram nada.

São dos churrascos e festas e besteiras que vamos nos lembrar mais pra frente, mas é por momentos assim que nós nos manteremos unidos. Porque entre nós não existe hesitar, não existe vergonha. Nós somos irmãos e sempre seremos. Em cada diferença, em cada briga e em cada discussão, nós somos uma família, por escolha, por destino, seja lá o que for.

Vocês são imensos e é uma honra poder dizer a qualquer um que perguntar que sim, vocês são meus amigos e eu sou amiga de vocês, que quando tiverem problemas não pouparei nenhum esforço pra lhes ajudar e que sei o quanto isso é recíproco. Que sei o quanto é especial.

Então obrigada, obrigada por me permitirem fazer parte disso e obrigada por me ajudarem a continuar. A gratidão e o amor que dedico a vocês é impossível expressar aqui, mas saibam que quando estou entre vocês estou entre gigantes, que quando estou entre vocês é mais fácil estar bem de verdade. E que nada jamais será tão incondicional.

Aos que estão ao meu lado desde que aprendi a andar, aos que surgiram quando descobri a amizade e aos que se aproximaram aos poucos e há pouco tempo. Espero que um dia entendam o quanto são importantes pra mim.

Com todo sentimento que carrego,

Marla.


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Posted 14 hours ago on Sunday 3 June 2012 with 6 notes .
Dizer as últimas palavras esperando, lá no fundo, que não sejam as últimas. Mas com a certeza que serão. Colocar um ponto final e seguir em frente, porque é preciso, porque passado não mantém a alma em pé. É assim que a vida segue, dia atrás de dia, empurrando a gente quando ninguém mais acredita que dá pra continuar. A gente é forte, sem saber porquê, sem saber como. A gente aguenta o tranco de um amor finado, saudade em carne viva, dúvida de fim. Sorri quando acorda, discurso de aguenta firme no café da manhã. No espelho, o bilhetinho “só por hoje”. Dá risada, faz piada, dança sem música pra dançar. Pra esconder a ferida, que tenta com tanta força cicatrizar. Dizer adeus e continuar andando, deixar pra trás a nostalgia, a lembrança. Tranca a lágrima por cinco segundos, se pergunta, por que chorar? Passou. A gente é forte, bobeira nossa pensar que não.
marla manuela.’

Dizer as últimas palavras esperando, lá no fundo, que não sejam as últimas. Mas com a certeza que serão. Colocar um ponto final e seguir em frente, porque é preciso, porque passado não mantém a alma em pé. É assim que a vida segue, dia atrás de dia, empurrando a gente quando ninguém mais acredita que dá pra continuar. A gente é forte, sem saber porquê, sem saber como. A gente aguenta o tranco de um amor finado, saudade em carne viva, dúvida de fim. Sorri quando acorda, discurso de aguenta firme no café da manhã. No espelho, o bilhetinho “só por hoje”. Dá risada, faz piada, dança sem música pra dançar. Pra esconder a ferida, que tenta com tanta força cicatrizar. Dizer adeus e continuar andando, deixar pra trás a nostalgia, a lembrança. Tranca a lágrima por cinco segundos, se pergunta, por que chorar? Passou. A gente é forte, bobeira nossa pensar que não.

marla manuela.’

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Posted 6 days ago on Monday 28 May 2012 with 3 notes .

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Posted 6 days ago on Monday 28 May 2012 with 100 notes .
Minha vontade agora é te ligar, sem dizer que estou com saudade, sem te pedir para ficar, evitando qualquer constrangimento. Ligar e, sem pensar, dizer que amo. Que amo o seu silêncio quando ele fala por nós dois, que amo a sua risada quando ela nos rejuvenesce; que amo, e muito, o seu olhar quando ele invade minh’alma. Ligar e esquecer os meus e os seus defeitos, tornar-me o antigo menino que conheceu, e despejar minha aflição por ter que te ver de longe; e não poder tocar. Não poder sentir seus pêlos ouriçarem depois de um abraço forte ou ter que conviver com a distância. Ligar sem esperar que você retorne se a ligação cair, e não te deixar falar. Não te deixar pensar em outra coisa. Não te deixar disfarçar o riso, ou segurar o choro. Sem dar tempo para que pense, que planeje alguma forma de sair dali. Eu não daria pausas, nem perguntaria se está ouvindo. Sua respiração abafada responderia. Eu poderia sentir você do outro lado da linha, torcendo para que dessa vez desse certo. Para que eu não fraquejasse novamente. E eu resistiria, até o fim. Sem soluçar, sem esquecer, sem enrolar a língua. Falaria muito, durante um bom tempo. E você ouviria quieta, sem demonstrar nenhuma reação. E então, ficaria tranquilo. Sabendo que finalmente, palavra por palavra, entreguei-me por completo à você.
Mateus F. (via desvairismo)
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Posted 6 days ago on Monday 28 May 2012 with 1,004 notes .

(Source: heartlessdrunk)

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Posted 1 week ago on Sunday 27 May 2012 with 8,851 notes .

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Posted 2 weeks ago on Friday 18 May 2012 with 81,168 notes .

(Source: wild-lion)

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Posted 1 month ago on Wednesday 2 May 2012 with 1,532 notes .

(Source: dansrode)

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Posted 1 month ago on Tuesday 24 April 2012 with 5,284 notes .